Tenho uma querida amiga que quando descobre um escritor lhe devora toda a obra que consegue encontrar publicada.
Nunca fui uma dessas leitoras. Sempre intercalei diferentes escritores, mesmo aqueles que foram ficando como imprescindíveis.
Não só gosto de lhes redescobrir o estilo depois de ter estado uns tempos sem os ler como, em relação aos meus favoritos, gosto de saber que ainda há mais qualquer coisinha para ler de novo.
Já no que diz respeito ao Saul Bellow, nem sei bem porquê, li-o pela primeira vez este Verão e, tendo gostado tanto do que escreve, das histórias que conta e da forma como o faz, já ando à procura de um terceiro livro para suceder ao “Ravelstein” que conto terminar hoje.

(estava a precisar de uma dica para o que iria agora ler - vou espreitá-lo)